Nota mental, parte cento e setenta e seis

Nos últimos dias, tenho trocado os filmes por Macroeconomia Internacional. Isto porque tenho mais olhos que barriga e senti-me fortemente capaz de submeter uma inscrição para uns workshops em horário pós-laboral, que é como quem diz, depois de um longo dia de trabalho. Sim, o amor à Economia pode continuar a ser muito mas três horas seguidas de palavreado, por mais interessante que seja a temática, são sinónimo de violência. Principalmente quando se começa a ressacar, logo nos primeiros dez minutos, por uma cama quente e um filme francês.

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